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31 de maio de 2017 / dosesdeincoerencia

Das mudanças

Sempre que mudo de casa, mudo também de vida
Escolho uma nova vida para ser, e sigo
Mudo os vizinhos
Os amores
Os amigos
A cerveja preferida

Engraçado me dar conta disso e perceber que o amor, desta vez, não quer se mudar

Vai continuar aqui
Saudoso, doído, sangrando
Sentindo toda a amargura de uma mudança compulsória
Não escolhi a próxima vida ainda
Porque não quero mudar

Quero essa vida,
com você,
do seu lado.

Mas diante da sua mudança, já percebo que minha caligrafia muda
E a forma de pegar na caneta é diferente de antes
Diante a estes sinais de uma mudança que não quer acontecer,
fico me perguntando:
o que fica de mim?

O que ficará de nós?

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